Como Usar Email Marketing no Seu E-commerce

Atualmente, poucas empresas e marcas podem se dar ao luxo de desprezar o e-commerce, não é mesmo? Dentro desse universo, uma das estratégias mais bacanas é a do email marketing, que pode impulsionar – e muito – as vendas online.

 

Segundo dados do próprio IBGE, o Brasil é o terceiro país que mais compra pela internet, sendo o primeiro da América Latina.

 

Já chega perto de 100 milhões de compradores, alguns confessando um verdadeiro hábito de compras, e não algo sazonal.

 

Diante disto, não há empresário, segmento ou nicho de mercado que não possa se beneficiar de tais vantagens.

 

Como Usar Email Marketing no Seu E-commerce

 

Sejam indústrias do setor primário, em busca de oportunidades e negociações, sejam comércios locais, lojas, oficinas e afins.

 

O e-commerce se tornou, portanto, uma realidade; e se impõe como tal, sendo indispensável.

 

Mas o que é uma solução para muitos, de cara traz uma série de problemas ou, pelo menos, de desafios.

 

Por exemplo, com o aumento da oferta de produtos, serviços e soluções em geral, tal mercado pode acabar ficando saturado. Caberá, então, aos que tiverem um diferencial, vencer a concorrência e se firmar como marca de sucesso.

 

Certamente, um dos maiores diferenciais a ser conquistado está no marketing digital, que é justamente a ótica publicitária e comercial exercida dentro deste próprio universo do comércio online: o da internet.

 

Contudo, o marketing digital também se desdobra em várias modalidades e estratégias que, muitas vezes, podem trazer mais confusão do que ajuda.

 

Foi pensando nisso que decidimos escrever este artigo, focado, sobretudo, no email marketing. Essa estratégia específica pode ir bem mais longe do que muita gente imagina.

 

De cara, ela também não é limitada por segmentos, de modo que pode trazer resultados positivos para qualquer marca, desde que seja bem utilizada.

 

Alguns ignoram, mas o email marketing vai muito além de simplesmente disparar ofertas para este ou aquele cliente.

 

Ele pode abranger todo o funil de vendas, desde a fase de prospecção até o pós-venda.

 

Além disso, o email marketing também pode se unir a outras modalidades online e tornar-se muito mais assertivo e promissor.

 

Por exemplo, você já pensou em usar marketing de conteúdo ao desenvolver os emails que vai disparar?

 

Ou ainda, já pensou que é possível gerar tráfego e, com isso, usar o email marketing como uma das frentes de SEO das suas campanhas digitais?

 

Portanto, se você quer saber mais sobre esse universo incrível, e sobre como usar tal estratégia no seu e-commerce, fazendo suas vendas aumentarem e fortalecendo sua marca, siga adiante até o fim da leitura.

 

Alguém Ainda Para pra Ler Emails?

Artigos como esse são importantes por várias razões, afinal, várias pessoas pensam que atualmente os emails estão “ultrapassados”, por assim dizer. Sobretudo depois do sucesso das redes e mídias sociais.

 

Mas esse tipo de opinião não passa de preconceito. Seria como dizer que flyers de festa não funcionam mais, que o marketing digital substituiu pra sempre o impresso, o que sabemos não ser verdade.

 

Justamente, se o outbound, o offline e o impresso sempre vão funcionar em suas áreas, o email marketing também continua funcionando, sobretudo para impulsionar o seu e-commerce. A questão é, na verdade, saber utilizá-lo.

 

Mais do que isso, também é preciso lembrar que ele tem um excelente ROI (Return on Investment), que é o Retorno Sobre o Investimento.

 

Certamente, ele está entre os excelentes ROIs do marketing digital, precisamente porque é capaz de ser feito por qualquer um, iniciado a qualquer momento, e trazer ótimos resultados sem grandes investimentos.

 

O maior receio é, com toda razão, que ninguém vá abrir o email disparado.

 

Mais ou menos como se você mandasse imprimir um monte de cartão de visita advogado, mas não saísse à rua para distribuí-los, deixando todos debaixo da mesa.

 

Por isso, a primeira grande dica consiste no formato do seu email, o que inclui desde o título, passando pelo layout da página, até o tamanho do material e o uso assertivo de tópicos, imagens e links.

 

Abaixo, aprofundaremos essas dicas, mas lembre-se: você é seu primeiro juiz. Afinal, não tem lógica disparar emails que nem mesmo você abriria ou leria inteiros, não é mesmo?

 

Apresentação e Conteúdos de Qualidade

Tudo começa pelo layout. Existe até um conceito que define isso, que é o de “escanear a página”, que consiste em primeiro checar um site ou email de cima a baixo, antes de ler tudo que está ali. Certamente, você também faz isso.

 

Assim, por mais assertivo que consiga ser em muitos aspectos, não adianta disparar emails sobre jaleco personalizado para aquele profissional que está procurando sobre isso, se o email for longo, com título confuso e tiver péssima apresentação.

 

As imagens e tópicos seguem a mesma lógica: não exagere na quantidade. Como o email deve ser curto, use um ou dois de cada.

 

No título também não se exagera, então ele precisa ser comercial sem ser apelativo demais.

 

Algo como “Por que personalizar seus jalecos fazem sentido hoje em dia?” pode ir muito bem, por exemplo.

 

Em situações como essa, você pergunta (retoricamente) em vez de afirmar, cria um suspense agradável, dá a entender qual o tema e junto promete um conteúdo.

 

Com isso vamos ao segundo ponto fundamental: não pense que email marketing consista apenas em newsletters, isto é, em anunciar produtos com “promoções arrasadoras”.

 

O cliente atual também quer conteúdo informativo e de qualidade.

 

Lembre-se, vivemos a era do marketing de conteúdo. É preciso estabelecer uma relação duradoura com a sua persona de público.

 

As perguntas essenciais que você faz para isso são:

  • Quais os gostos do meu cliente?
  • Qual o sexo, a idade e a escolaridade dele?
  • Qual a classe social e poder de compra?
  • Qual a constituição familiar?
  • O que mais o agrada nas compras?

 

Esses pontos são essenciais por vários motivos. Não faria sentido, por exemplo, você enviar email sobre clínica veterinária 24 horas para quem não tem bicho de estimação nem trabalha na área, não é mesmo?

 

Outro motivo é o storytelling, estratégia essencial para criar algo que agregue valor, pois nela você cria uma história que ensina algo marcante, sem deixar de ser comercial. Sendo que, para funcionar, você precisa entender seu público.

 

Além disso, você também vai precisar segmentar seus emails disparados, organizando melhor sua base de leads, de modo a torná-la realmente assertiva.

 

E é aí que entra a próxima grande dica.

 

Por Dentro do Funil de Vendas e da Segmentação

Na introdução mencionamos o funil de vendas. De fato, uma boa estratégia de email marketing pode abranger desde a fase de prospecção e todo o pré-venda, até as fases finais de pós-venda e fidelização do cliente.

 

Também assim, o email marketing é uma ótima possibilidade de comunicar, atrair e fidelizar os clientes de uma empresa.

 

O que precisa ficar claro é que seu consumidor não pula da fase de ignorar a existência da sua marca para a de cliente fiel.

 

Lembre-se: a palavra do momento é customização. Imagine se, além de escrever um email com bom layout e bons conteúdos sobre cortina blecaute para quarto, ele ainda contiver o nome do cliente no cabeçalho.

 

Se isso é bacana, a customização ainda vai muito além. O essencial dela é o ciclo de vida do cliente, o funil de vendas e a etapa da “jornada da compra” em que ele se identifica. Não faz sentido “forçar” o lead a comprar, se ele ainda não estiver maduro.

 

Por outro lado, se o cliente comprou um colar de ouro, é bem provável que não vá comprar outro todo mês, concorda? Neste caso é preciso, por exemplo, disparar emails sobre manutenção e cuidados com o produto.

 

Hoje já existem softwares que ajudam a montar esse histórico de cada cliente. São os famosos CRMs (Customer Relationship Management), de Gestão de Relação com os Clientes.

 

Email Marketing, SEO e Ferramentas da Área

De todas as dicas prometidas na introdução, é possível que a mais intrigante seja a respeito de SEO.

 

Afinal, como usar uma estratégia de otimização de página para motores de busca em emails, que são páginas privadas, abertas apenas pelo destinatário?

 

Na verdade, é bem simples: você pode e deve utilizar links nos seus emails, puxando o leitor para as páginas mais bem elaboradas do seu blog ou site institucional.

 

Isso também pode auxiliar no layout, pois se o conteúdo estiver enorme basta redirecionar o leitor.

 

Certamente, um tema como reciclagem de papel não pode se encerrar em apenas um email composto de poucos parágrafos, imagens e tópicos. O melhor de tudo é que ao fazer link com seu site, você aumenta seu tráfego e sua autoridade digital.

 

Toda essa estratégia nos leva ao último ponto, que é a necessidade de ferramentas de automação. Além de CRMs, você também precisa de um software de automação de disparos, pois é claro que não vai mandar emails um a um.

 

Aliás, além da agilidade, mesmo que você quisesse disparar emails sobre pilates solo manualmente, é bem provável que você acabaria penalizado pela provedora como um disparador de spam.

 

Hoje em dia existem dezenas de opções na internet, e elas são cada vez mais acessíveis e em conta.

 

A dica é procurar aquelas que oferecem algumas semanas de serviço gratuito, pois, assim, você pode se adaptar e ver se realmente se identifica com a solução.

 

Com isso, vemos como o email marketing pode mudar a rotina de um e-commerce, tornando os clientes muito mais engajados e satisfeitos, além de fortalecer sua marca.

 

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

 

Referências

8 DICAS DE EMAIL MARKETING PARA VOCÊ VENDER MAIS AGORA! 
Email Marketing para Ecommerce: Você Está Fazendo Isso Certo?
Email Marketing
Email Marketing e SEO, mas não do jeito que você está pensando 

Como Converter Clientes Utilizando Landing Pages

Nenhum empresário pode ignorar as mudanças que ocorreram na transição entre o marketing offline e o online. No universo deste último, há várias estratégias a serem levadas em conta, mas certamente a da Landing Page é uma das mais promissoras.

 

Essas páginas de destino (tradução literal de landing pages), são muito mais do que uma simples sessão destacada do site. Ou ainda, muito mais do que uma página de promoções e vendas, ao contrário do que alguns pensam.

 

Seu foco é um call to action, ou seja, um chamado para ação. Seja ele qual for: pode ser uma simples curtida, um compartilhamento, o preenchimento de um formulário para captação de lead. Assim como pode ser, de fato, a consumação de uma venda.

 

A estratégia das landing pages se cruzam com vários conceitos de marketing digital.

 

Como Converter Clientes Utilizando Landing Pages

 

Especialmente com o de marketing de conteúdo, inbound marketing, funil de vendas, lead e jornada da compra, conforme veremos.

 

Afinal, o foco dessas páginas é justamente fazer o cliente avançar pelo funil. O incrível é que elas podem ser utilizadas em qualquer etapa da jornada e do processo.

 

Então, se você quer ficar por dentro das maiores técnicas que giram em torno dessa estratégia incrível, e descobrir como converter mais clientes, e de modo mais rápido, siga conosco na leitura deste artigo.

 

Conceitos Básicos Para Dominar As Landing Pages

Como dito acima, hoje o mercado da publicidade está dividido entre o marketing offline de um lado, e o marketing online do outro.

 

É verdade que algumas empresas trabalham ambas as modalidades ao mesmo tempo. De fato, um fornecedor de grama esmeralda (que é uma solução um pouco diferenciada), pode divulgar seu produto tanto pela internet quanto por panfletos, rádios, outdoors e afins.

 

Também assim, não é o fato de estar na internet ou fora dela que determina a linguagem utilizada. Na verdade, aí é que está o ponto: a linguagem antiga da publicidade apelativa, que só sabia focar no produto e na marca, é que tem caído cada vez mais em desuso.

 

Entrando em cena assim os princípios que são bases para aprendermos utilizar as páginas de destino com a máxima assertividade, sendo eles:

  • O de marketing de conteúdo;
  • O de inbound marketing;
  • O de funil de vendas;
  • O de jornada da compra;
  • O da evolução de um lead.

 

O lead nada mais é que um contato de uma pessoa que tem potencial, perfil para vir a ser seu cliente. Este é o grande ponto de mudança na ótica da nova linguagem de marketing.

 

Hoje uma empresa que anuncia seus serviços de iluminação para piscina de fibra, por exemplo, e não quer utilizar a linguagem antiga, não apelará toda hora para fatores como preço, prazo e promoções.

 

Ela precisa gerar conteúdos de qualidade que agreguem valor ao conhecimento do público, seja a respeito da solução oferecida, seja sobre conhecimentos gerais.

 

Chegando então ao chamado inbound e o marketing de conteúdo, nos quais as landing pages se incluem.

 

O funil de vendas nada mais é que as etapas que essa comunicação pode assumir, de modo a transformar um lead em cliente, com uma relação que vai muito além da publicidade que costumava massificar as pessoas e tratá-las como meros números.

 

A Primeira e Principal Das Dicas Para Converter

O call to action mencionado acima, também chamado simplesmente de CTA, tem uma finalidade simples, embora seu intuito seja um pouco mais complexo.

 

O surgimento das landing pages tem uma razão de ser bem interessante: existem websites, blogs e portais que conseguem atrair a atenção de muitos visitantes e leitores, mas não conseguem convertê-los em clientes ou mesmo em leads.

 

Talvez o site da sua indústria tenha os melhores materiais sobre transportador helicoidal (equipamento focado no transporte de granulados, pastas e pós), mas não saiba fazer CTA, como o de chamar o cliente para preencher um formulário, por exemplo.

 

Assim, o foco principal das landing pages é criar uma página que tenha poucas distrações, extraindo menus, banners e textos em excesso.

 

Contudo, isso deve ser feito sem que ela deixe de ser interessante, sem que deixe de ser um marketing de conteúdo.

 

Seguindo a mesma lógica, além de ela ir direto ao ponto, também deve prometer algo que tenha valor real para seus visitantes. Se o assunto é modernização de equipamentos, upgrades e retrofit de máquinas, disponibilize apenas parte do material na landing pages.

 

O fundamental da informação pode estar em um e-book mais completo. Assim, a estratégia amarra todas suas pontas.

 

Ao ver um bom conteúdo introdutório o visitante provavelmente irá querer o material mais completo, e para tanto você pede os dados de contato dele.

 

Pronto, ao fazer isso você já começou a converter seus visitantes e leitores em leads.

 

Como Qualificação e Segmentação Ajudam a Converter?

Para que o valor do banco de leads seja reconhecido é preciso compreendermos a mudança de paradigma mencionada acima: hoje grande parte do público mudou e já não aceita ser tratado de modo despersonalizado.

 

Diante disso, os leads assumem o papel e a importância dos próprios clientes. É neles que reside o potencial de crescimento da empresa.

 

De fato, há sites que captam dezenas de milhares de leads por mês, e depositam todas suas estratégias nisso.

 

Dada essa importância crescente, nos últimos anos surgiram várias ideias em torno desse conceito inovador. As principais são as de lead scoring e de qualificação de leads, cuja ideia central consiste em segmentar os contatos conforme o nível de interesse deles.

 

Graças a essas estratégias é que as landing pages podem se tornar muito mais eficientes, e converterem muito mais do que se fosse para o trabalho ser feito às cegas.

 

Assim, dependendo da interação que um leitor ou lead faz em uma landing page sobre instalação de DPS, que são os Dispositivos de Proteção contra Surtos (elétricos), é possível saber qual o interesse dele, e em que momento será conveniente abordá-lo comercialmente.

 

O scoring nada mais é que a “pontuação” do lead. É preciso ter esse controle para saber o momento exato de fazer cada tipo de abordagem.

 

A qualificação, por sua vez, deve ser feita pelo próprio marketing da empresa, traçando as estratégias ideais para cada conversão.

 

Geralmente o funil de marketing digital é escalonado assim:

  • Visitantes e público geral;
  • Leads e contatos informados;
  • Prospects já qualificados;
  • Suspects (não estão no momento de compra);
  • Oportunidades a serem convertidas;
  • Clientes ou leads já convertidos.

 

Deixar de respeitar essas etapas durante a comunicação com os visitantes/leads, é um dos principais motivos para não conseguir a tão almejada e necessária conversão.

 

Por isso, é fundamental ter um banco de leads organizado e segmentado conforme as etapas de cada contato, e em conformidade com as estratégias das landing pages.

 

A Importância De Saber Criar Uma Oferta Irresistível

Quando falamos acima sobre a diferença entre a velha e a nova linguagem, sobre os clientes que já não querem ser atraídos por promoções, preços e prazos, isso não quer dizer que as pessoas não busquem as melhores vantagens de mercado.

 

De fato, uma dica fundamental para que sua landing page converta é que ela tenha uma boa oferta. Ou seja, que ela ofereça algo que realmente interessa ao seu público.

 

Se a sua página sobre terraplanagem de terreno oferece um serviço que pode ser encontrado em qualquer blog, é pouco provável que o visitante queira pagar por isso.

 

Neste caso, você o fez passar pelas etapas do funil, mas não poderá entregar o que prometeu.

 

Portanto, uma boa estratégia de landing page não exime a empresa de ter os elementos comerciais básicos do mercado: uma boa solução, diferenciais competitivos, suporte e atendimento, reputação positiva no mercado e nas plataformas de qualificação de empresas.

 

O que as landing pages trazem, sem dúvida, é uma vantagem incrível em termos de CAC, ou seja, de Custo de Aquisição por Cliente.

 

Com elas, não é necessário malgastar um tempo enorme indo atrás dos interessados, pois, eles irão buscar por você.
Abaixo veremos como isso pode ser feito de modo ainda mais eficiente.

 

Como Aumentar o Tráfego Das Suas Landing Pages?

Se a landing page é uma página, ela pode ser promovida e divulgada tal como qualquer outro conteúdo digital de um website, não é mesmo?

 

Inclusive, os motores de busca da atualidade lidam justamente com páginas, e não com websites inteiros. Isso quer dizer que uma empresa pode ter uma ou mais páginas bem ranqueadas, e outras não.

 

A dica fundamental aqui é a palavra-chave e a formulação. Se o seu material é sobre nobreak para ar condicionado, por quê não fazer o SEO da página e garantir que sempre que o cliente escrever esse termo nos buscadores você aparecerá com destaque?

 

Em português a sigla SEO (Search Engine Optimization) significa, justamente, Otimização para Motores de Busca.
E o mais interessante é que algumas das exigências de ranqueamento servem para tornar seu material naturalmente melhor.

 

Os sites melhor colocados são os que têm melhor conteúdo e melhor formatação. Assim, mais do que simplesmente repetir uma palavra-chave como “mezanino industrial“, é importante investir no título, na descrição, no uso de imagens e de tópicos.

 

Ao garantir a divulgação da página, a qualidade do seu conteúdo, e a compreensão dos conceitos desenvolvidos acima, certamente você fará suas landing pages converterem muito mais clientes, aumentando incrivelmente os resultados da sua empresa.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.