Marketing de Conteúdo: Entenda a sua importância

Atualmente, são pouca as empresas que não percebem que a presença nas mídias sociais ou a criação de um blog é um investimento obrigatório. O problema é que essa presença nem sempre se traduz em resultados reais. Um dos grandes fatores para isso é o tipo de conteúdo que as pequenas empresas publicam por lá.

 

Se você quer criar um conteúdo eficiente é necessário entender onde a empresa se diferencia, traçar a imagem que ela deseja transmitir para o seu potencial cliente e construir o posicionamento em cima disso. É um processo interno, mas que também ocorre na cabeça do cliente.

 

Uma das maiores armas de uma empresa é o conteúdo, que pode ser usado para construir um posicionamento e por isso é importante não “se distrair” com temas triviais, então mantenha uma linha editorial sempre muito ligada à imagem que a empresa quer construir.

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Tenha um conteúdo interessante, torne-se uma atração relevante por si só. Falar da própria empresa ou dos produtos não vai funcionar na maioria dos casos.

 

Uma estratégia que tem funcionado muito bem para boa parte dos negócios é a de educar o mercado, fornecendo todas as informações que o alvo precisa para entender o seu tema e para tomar as decisões de compra.

 

Dependendo do negócio e da criatividade, é possível extrapolar. A Blendtec, por exemplo, marca americana de liquidificadores, ensina em seu blog receitas feitas com o liquidificador.

 

Mas para ir além do conceito de “o liquidificador que tirtura tudo” e fazer algo diferente, eles criaram o programa “Will it blend?”, onde trituram iPhones, iPad, entre outros. Casamento perfeito entre o posicionamento e algo que desperta a curiosidade das pessoas.

 

Tenha um funcionário encarregado de produzir conteúdo. É uma garantia de que o conteúdo estará sempre alinhado com o que empresa precisa e, também, mantém a disciplina.

 

O contraponto é que isso consome muito tempo do funcionário e é difícil ele ter um conhecimento profundo de todas as áreas que empresa deve abordar.

 

Outra opção é distribuir o conteúdo entre vários colaboradores da empresa, mesmo que sejam de áreas diferentes, sem que o trabalho sobrecarregue alguém. Para este caso é essencial ter um editor, ele garantirá a disciplina e fará a coisa funcionar.

 

Ele também é fundamental para garantir qualidade na entrega e alinhar a estratégia da empresa, já que os outros funcionários nem sempre são bons comunicadores.

 

Uma opção super-prática, e que vem sendo muito utilizada hoje, é a contratação de empresas terceirizadas, especializadas em criação de conteúdo.

 

Mas até essa vantagem possuí um grande problema, normalmente estas empresas não têm o conhecimento de mercado que a sua empresa tem e, em alguns casos, pode faltar profundidade ou alinhamento, principalmente em negócios especializados.

Fonte: Blog Leadlovers

O que é uma newsletter e como ela pode ajudar na conversão de leads?

Com a tecnologia, as empresas multiplicaram as ferramentas de marketing capazes de alcançar o cliente. Redes sociais, e-mail marketing e SMS são apenas algumas das formas de converter leads e aumentar as vendas, mas as empresas precisam entender que o cliente não quer ser contatado apenas com a clara intenção de venda.

email message

Para criar um relacionamento mais duradouro e demonstrar que se preocupa com ele sem interesses, é necessário investir em marketing de conteúdo. E a newsletter é uma das ferramentas mais simples de se fazer isso. Quer saber o que é newsletter e como ela vai te ajudar na conversão de leads? Continue lendo!

O que é newsletter?

Também chamada de boletim informativo, a newsletter é uma publicação fixa da empresa para seus clientes e potenciais clientes. Assim como jornais e revistas, ela tem periodicidade, linha editorial, linha visual, etc. Pode ser enviada inclusive em formato de jornal, impressa, mas o mais comum é por meios eletrônicos, em especial, via e-mail.

Por ser mandada por e-mail, muitos a confundem com e-mail marketing. Diferentemente do e-mail marketing, a newsletter é mais focada em produção de conteúdo que em vendas. Seu objetivo não é ser uma mala direta para estampar promoções e novidades da marca, mas sim para trazer informações relevantes ao público que se interessa por assuntos relacionados à empresa.

Essa é outra característica exclusiva da newsletter. Ela não chega para pessoas aleatórias. Em geral, ela é entregue apenas para as pessoas que optaram por receber esse conteúdo da empresa, em geral ao preencherem seu cadastro em um formulário online.

Por serem direcionadas apenas para quem quer receber este tipo de material, as newsletters já começam em vantagem em relação ao e-mail marketing, sendo assim, é trabalho das empresas atender e até superar as expectativas dos clientes para não acabar caindo na famosa caixa de spam.

Como não se tornar spam?

Para manter o interesse dos clientes e potenciais clientes no conteúdo da newsletter é essencial que a empresa dedique tempo na criação de cada boletim. Independente de sua periodicidade, a newsletter precisa trazer novidades, ter uma linguagem clara e objetiva, com mensagens curtas e de fácil leitura.

O objetivo desse meio de comunicação é criar vínculos com o leitor, uma relação mais longa que, logo, é conquistada a longo prazo. Se a empresa quer ganhar conversões a curto prazo, não deve investir na newsletter. Se ela não oferecer nada de útil ao leitor, inevitavelmente acabará caindo na caixa de spam, sem trazer resultados nem a curto nem a longo prazo.

Trabalhe conteúdos que sejam interessantes, sem estender o assunto. O material precisa ser dinâmico, objetivo e criativo. Uma boa estratégia é segmentar as newsletters, criando conteúdos para nichos dentro do mercado da marca. Por exemplo, uma empresa de cosméticos pode direcionar um boletim sobre cuidados com mechas apenas para clientes que têm esse tipo de tinta no cabelo. Para isso, é essencial criar uma base de e-mails bem detalhada e utilizar boas ferramentas de automação.

Como saber se a estratégia está funcionando?

Para saber se a newsletter enviada está realmente sendo vista e bem recebida pelo seu público-alvo, existe uma série de métricas a serem analisadas. Em geral, a própria ferramenta de automação no envio de e-mails desse tipo entrega taxas de cliques, como a quantidade de pessoas que abriram o e-mail.

Se a taxa de rejeição for alta, você pode rever o que pode ter dado errado naquela newsletter (o título, o horário de envio, a segmentação escolhida) e reenviá-la com adaptações ou, pelo menos, levar o aprendizado para a criação de novas estratégias.

Por meio de ferramentas como o Google Anaytics, é possível analisar outras métricas importantes também para campanhas via e-mail, como as newsletters. Uma prática muito comum, por exemplo, é incluir no boletim links para conteúdos publicados recentemente no blog da empresa. É possível, então, determinar quais cliques de um post vieram por meio da newsletter nesse caso.

Como se destacar na caixa de entrada?

Por ser uma ferramenta ágil, barata e eficaz, cada vez mais empresas vêm usando a newsletter para ter um contato mais próximo com seus clientes. Mas como se destacar em meio a tantos e-mails recebidos todos os dias? O primeiro passo é criar um título atraente, sucinto e objetivo, que mostre claramente o que o cliente encontrará caso clique no seu e-mail. Hoje em dia é possível inserir até emoticons animados no título do e-mail, então não tem desculpa para não usar a criatividade nesse meio.

Tratar o cliente de forma única e especial, personalizando o conteúdo também gera muitos pontos para a empresa. Um jeito simples de fazer isso é colocando o nome de cada usuário no título da mensagem. Outra forma é inserindo um nome no e-mail de remetente e uma assinatura de alguém real da empresa. Os clientes se sentem muito mais atraídos quando conversam com alguém do que quando recebem um e-mail de naoresponda@lojavirtual.com, por exemplo.

Qual a periodicidade ideal?

Por ter um objetivo a longo prazo, os disparos de newsletter não precisam e nem podem ser muito frequentes. Empresas que mandam conteúdos novos diariamente a seus clientes acham que entregam newsletters, mas na verdade estão mandando spam.

Mesmo que o cliente tenha solicitado o envio da newsletter, ela deve ser enviada com parcimônia, de forma que o cliente tenha uma boa surpresa sempre que receber uma nova mensagem da marca em sua caixa. Newsletters semanais, quinzenais e até mensais tendem a ter mais eficácia que as com frequência mais curta.

Uma marca de roupas femininas, por exemplo, pode mandar uma newsletter mensal com as novidades da loja e opções de combinação de peças para sua cliente. Ela vai ficar muito mais interessada nos produtos do que se recebesse e-mail marketing diário com fotos de peças novas.

Como você viu, a newsletter é uma arma poderosa, mas apenas se for bem utilizada. Se o seu negócio for uma empresa que vende soluções de informática para executivos, por exemplo, não é interessante colocar emoticons de bonequinhas dançantes no título da sua newsletter. Já se você vender roupas para meninas adolescentes, essa linguagem pode alcançá-las de forma mais certeira.

O importante é adaptar a sua linguagem e saber que o cliente, antes de se tornar um lead para a sua empresa, é uma pessoa, com interesses, gostos e afins. Hoje em dia, a empresa que não valoriza a geração de conteúdo, perde uma oportunidade incrível de converter as pessoas em clientes fiéis.

Se você tem interesse em fazer marketing de conteúdo para a sua empresa, leia nosso artigo sobre a importância do conteúdo.

Fonte: Blog Lead Lovers

Topo de funil online: O que fazer e não fazer

Todos já ouvimos a pergunta “Se uma árvore cair no meio da floresta, e não estiver ninguém por perto, será que faz barulho?”. Não posso responder esse experimento filosófico, mas deixe-me fazer uma pergunta diferente pra você: Um produto é tão bom quanto você imagina, mesmo se ninguém conhece ele?

Saiba que estratégias que seguem as premissas de um funil (aonde seus leads passam por etapas dentro deste funil, sendo alimentado com conteúdos de valor e relevantes em suas áreas de atuação).

A porta de entrada: o topo do seu funil online

Para que sua empresa e produtos sejam bem-sucedidos, você precisa divulgar para os compradores. Já ouviu falar de topo de funil?

Então, sim, você precisa fazer marketing para atrair potenciais consumidores. Ou você pode sentar e esperar com um copo de vinho na mão até que seus consumidores te procurem no Google e venham até você com uma sacola de dinheiro na mão. No entanto, não é assim que o marketing digital funciona. E isso também é uma coisa boa, senão estaríamos todos sem trabalho…

topo do funil

Marketing de topo de funil é, em linhas gerais, engajar prospectos com pensamento de liderança e marketing de conteúdo – e não sendo empurrando produtos goela abaixo dos seus prospectos com páginas de vendas.

Então como divulgar seu produto usando topo de funil se não se deve falar diretamente sobre seu produto? Para te dar algumas ideias, vamos analisar algumas coisas que devemos e que não devemos fazer no marketing de topo de funil.

Não assumir que todos precisam e querem seu produto

Se você ainda não fez uma pesquisa de mercado para criar seu topo de funil, você está tratando todos como se eles estivessem no mercado só pelo seu produto. O topo de funil vai alimentar seus leads com conteúdos e criar relevância e com isso vai aumentar a confiança do seu público em seu trabalho.

Ser o marqueteiro mais inteligente de seu espaço

Saiba quem é seu consumidor pesquisando o mercado. Fale com pessoas que escolheram seu produto, com pessoas que escolheram produtos de seus concorrentes, e até mesmo com pessoas que ainda não consideraram, a hipótese de comprar seu produto. Entenda qual informação os levou a tomar a decisão que tomaram. Se torne um expert em fazê-los pensar em mudar (independente da situação) e, junto com isso, crie conteúdo que seja atraente para eles.

Não mencionar o seu produto

Sério, não mencione. No topo do funil, os consumidores em potencial estão interessados em um tópico (uma solução para um problema dele ou um nível que desejam atingir), não em um produto. Ainda mais que isso, eles podem não conhecer ou não confiar em sua empresa ou produto ainda. É como pedir em casamento no primeiro encontro – há uma chance de mais de 99,9% de ser uma péssima ação, por mais que o 0,1% restante ainda seja uma probabilidade de acerto que, nesse caso, é sorte.

Não use a tática de marketing de “jogar e rezar”!

Não. Não. Não. Com certeza você irá atingir uma quantidade grande de pessoas usando e-mail marketing, mas você também irá arruinar sua reputação como vendedor e potencialmente irá ser rotulado como spammer (aquele que só envia spam).

Use tecnologia. Ela está lá pra você

O cenário tecnológico do marketing de hoje em dia lhe dá uma vasta gama de ferramentas para ter superpoderes no mundo digital. Se torne um especialista em targeting (de target, público-alvo) e segmentação. Entenda os centros de compra em todas as suas contas-chave. Entenda quem já está no mercado e em qual estágio da comprar eles estão. Saiba aonde eles vão para conseguir informações e saiba como conseguir as informações que eles precisam na frente deles na hora que eles precisam. Depois de tudo isso, se todos usarem marketing de conteúdo, como você se diferenciar.

Não ignore seu pessoal de vendas

Sim, sua equipe de vendas sabe vender (de outra maneira, não teriam sido contratados), mas isso não quer dizer que você deva deixá-los para fazer o que bem entendem. Seus compradores estão engajados contigo pois uma certa mensagem passada pelo Marketing conectou com eles. Por quê não ter a certeza de que essa mensagem vai continuar ressoando ao longo do processo de vendas?

equipe de vendas

Continue em frente

A mensagem que você está usando em seus conteúdos ou sequência de nutrição do cliente deve continuar a ser usada ao longo de todo o processo de venda. Essa consistência deixa o consumidor mais seguro quanto a confiar em você, e isso te dar uma autoridade maior. Treine seus vendedores sobre o que é importante para seus consumidores. Forneça-os perguntas e tópicos de início de conversa sobre os assuntos que seu cliente tem interesse. Ajude-os a ganhar mais credibilidade e forneça conteúdos que estejam alinhados com seus conteúdos de marketing que possam ser usados durante o processo de vendas.

É claro, têm mais regras que podem ser mencionadas aqui, mas para o bem do tamanho do artigo – e do seu tempo – só mencionamos as quebradas com mais frequência. Essas regras devem ser a fundação, a base da estruturação do topo do seu funil. Aprenda sobre eles e use-os com consciência.

Por Diego Carmona.
Fonte: marketingprofs.com

Ser ou não ser um afiliado? Mas eis a questão: o que é ser afiliado?

Se você possui acesso a internet e uma conta de e-mail, você já pode ser um afiliado.
É fácil encontrar cursos e produtos muito interessantes na internet! Já imaginou ganhar uma comissão, apenas indicando ou promovendo esses produtos? Isso significa ser um afiliado! Um mercado em expansão cada vez mais visado pela flexibilidade de horário de trabalho proporcionada, pelo potencial de lucratividade, o investimento quase zero e o crescimento sem limites!

Existem vários sites gratuitos que oferecem produtos e estão em busca de afiliados, encontrá-los é muito fácil, mas chegar aos resultados exige tempo, dedicação, um pouco de estudo e conhecimento sobre marketing digital nunca é demais. Assim, você transformará sua fonte de renda em um verdadeiro negócio. Esses sites funcionam como uma “ponte” entre o afiliado e o produtor, além de fornecerem dicas, as plataformas de afiliação administram as vendas e as comissões.

Falando em dicas, vamos deixar algumas aqui! Se você vai indicar ou promover, logo precisará divulgar. Site, blog, redes sociais, e-mails, vídeos no Youtube, divulgação com parceria em outros sites, até mesmo divulgação offline como flyers e cartões (em locais estratégicos) são válidos! Aí entra o seu potencial de investimento e sua coragem em desbravar o mercado. As comissões variam de R$0,30 a R$100,00 ou mais. Independente de valor, procure por produtos que fazem parte do seu nicho, coisas que você goste e que tenha um certo conhecimento.

Trabalhar com o que você gosta te dará mais prazer e isso refletirá na maneira de como você divulga o produto. Seu cliente também é cliente do produtor! Todos estão interessados em receber. Quem indica, quem produz, quem compra e quem administra a venda fazem parte de um mesmo ciclo.

O LeadLovers é um excelente produto para se afiliar.

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Como ser um afiliado LeadLovers?
Para tornar-se um afiliado da ferramenta mais completa no mercado de marketing digital o primeiro passo é fazer sua assinatura LeadLovers, com pagamento através do Hotmart.

Compra realizada? Então acesse o site do Hotmart e realize um cadastro gratuito, vá até o menu Mercado e pesquise pelo o produto LeadLovers. É um dos mais quentes e procurados, muito fácil de encontrar! Ali você verá os valores pagos para cada plano, a descrição do produto e até as mídias para te ajudar na divulgação. Clique em “Solicitar Afiliação” e em pouco tempo ela será aprovada.

A relação do Leadlovers com os seus afiliados é bem próxima, gostamos de conhecer cada um. Nós vamos te dar dicas incríveis para garantir o seu sucesso nas vendas, ou seja, nós vamos trabalhar juntos para conquistar cada vez mais clientes. O primeiro contato acontece pelo site exclusivo para quem quer se tornar afiliado, acesse assim que solicitar sua afiliação no Hotmart!

Há um grupo no Facebook onde constantemente são postadas dúvidas pelos participantes que podem ser as suas também! Peça para participar desse grupo e entre para o grupo exclusivo do LeadLovers! Utilize, promova e seja recompensado pelo seu trabalho!

Autor(a): Nadirene Sterchille, equipe LeadLovers

Funil de vendas para ecommerce: 5 passos matadores para aumentar suas vendas e fidelizar clientes

No grego antigo, Kairós significa o momento oportuno, perfeito ou crucial. Em português, esta poderia ser a palavra que define as estratégias de marketing para um ecommerce. Na continuação do post, saiba mais sobre funil de vendas para ecommerce.

minicurso funil de vendas

Ser encontrado e atingir o consumidor no momento oportuno da jornada de compra é um grande desafio. Neste post, vamos conhecer o Inbound Commerce e entender como o ele pode ser crucial para uma boa estratégia de atração e relacionamento junto aos consumidores.

O consumidor online e o Inbound Commerce

Entre 2013 e 2014, o número de consumidores online cresceu 22% e, apesar da crise econômica, em 2015 este número continuou a crescer. Segundo o relatório E-bit Web Shoppers (2016), 39,1 milhões de e-consumidores realizaram pelo menos uma compra online durante 2015, 3% a mais do que o registrado em 2014. Ótimos números, mas, então, eis a dúvida: como atrair, converter, vender e se relacionar com esses consumidores? Você pode conferir mais dados no eBook “9 motivos para possuir um ecommerce”.

Através de uma estratégia de conteúdo, relacionamento e acompanhamento dos consumidores durante a jornada de compra, o Inbound Commerce (termo americano que caracteriza o Inbound Marketing direcionado para o comércio online) promove a adaptação da metodologia do Inbound Marketing, direcionando-a para os resultados no comércio online, nas vendas efetivadas pela internet.

Sem a participação ativa da equipe de vendas, o fechamento da compra pode ocorrer minutos após a atração do visitante, o qual já estava munido de informações e encontrou em sua loja online o motivo para realizar a compra naquele momento (preço, frete, cor etc). Mas como trabalhar com todos os visitantes e Leads que não efetuaram a compra? Como identificar oportunidades? Como fidelizar os clientes? Vamos entender juntos, então, a jornada de compra e o funil de vendas no ecommerce como princípios da estratégia.

Entendendo a jornada de compra

Segundo relatório da Experian, a taxa de conversão média em um ecommerce é de apenas 1,65%, ou seja, dentre 100 visitantes, apenas 1,65 efetuam a compra. Este fator está diretamente relacionado ao momento da jornada de compra em que o consumidor está posicionado: Aprendizado e descoberta, Reconhecimento do problema, Consideração da solução e Decisão de compra.

Pensemos na prática, como consumidores: o seu smartphone está com problemas na bateria. Você pesquisa no Google algumas dicas para otimizar o funcionamento e melhorar a vida útil da mesma. Neste momento (aprendizado e descoberta), você não está pensando em comprar um novo aparelho, mas está buscando uma solução. A partir desta dúvida, um outro post do blog chama a sua atenção ao falar sobre as características que um smartphone precisa possuir para manter a bateria e, ainda, proporcionar melhor aproveitamento dos principais aplicativos. Agora você reconheceu um problema.

A partir desta ideia, você está pensando em comprar um novo aparelho e inicia a busca por comparações e diferenciais para encontrar o produto ideal (consideração da solução). Neste momento, você já escolheu o melhor para a sua necessidade e inicia a pesquisa de preços, ou seja, o momento da decisão de compra. Em um ecommerce o preço, o desconto, o frete e até mesmo condições de pagamento são decisivas para diferenciar a sua loja online.

Ficou mais fácil de entender este cenário? É preciso nutrir os consumidores que estão aprendendo, identificando o problema e considerando as soluções antes de focar apenas na etapa final do processo. A maioria (98,35%) ainda não está preparada para colocar os produtos no carrinho.

Funil de vendas para o ecommerce

Agora já entendemos o processo de compra do consumidor e precisamos, assim, organizar as estratégias de marketing para acompanhá-los em todos os passos da jornada.

A partir da metodologia do Inbound Marketing, vamos à prática das ações e táticas para cada etapa do processo, passando por visitantes, Leads, oportunidades e clientes, sem esquecer da jornada de compra comentada anteriormente.

1. Atraindo visitantes no ecommerce

A atração dos visitantes pode ocorrer em todos os processos da jornada de compra. Você pode anunciar no Google Adwords, Facebook Ads, criar anúncios de remarketing, divulgar produtos em comparadores de preço, produzir conteúdo, realizar publicações em blogs de seu segmento ou de interesse da persona e muito mais.

As táticas para atração são inúmeras, mas você precisa entender como a sua persona, em todos os estágios da jornada de compra, pode, sem interferência, ser impactada pela sua marca.

Nesta questão, o momento oportuno que falamos ao início do post começa a tomar forma. É necessário ser pontual, direcionado e relevante para o público.

2. Gerando Leads

Em um ecommerce, a geração de Leads torna-se muito importante na segmentação do público, tendo em vista todos os segmentos e produtos que o seu ecommerce vende. Você pode vender panelas e ferramentas, artigos para vestuário e livros, e o acompanhamento das necessidades das personas (bem definidas) torna-se crucial para o sucesso da estratégia.

Na geração de Leads, é importante focar em conteúdos exclusivos por produtos ou segmentos, call-to-actions direcionadas em categorias e promoções exclusivas para quem deseja se cadastrar para receber novidades. Você pode, por exemplo, inserir um call-to-action na página dos smartphones, o qual redireciona para uma Landing Page que promove o seguinte conteúdo: “Entenda a diferença entre um sistema Dual core e Quad core”.

3. Identificando oportunidades

Uma das principais dificuldades em adaptar a metodologia do Inbound Marketing para ecommerce é identificar as oportunidades. Não há equipe de vendas e, assim, podemos, por exemplo, considerar as oportunidades a partir do abandono de carrinho. Neste momento, entende-se que o consumidor está em um processo avançado na compra e não realizou a finalização por algum motivo de decisão: frete ou tempo de entrega, neste caso.

A partir disto, podem-se criar ações de Email Marketing para oferecer incentivos ao consumidor finalizar a compra. Nem todos os consumidores passam por este processo, mas esta é uma forma de enxergar as oportunidades. Do mesmo modo, quando o visitante preenche o cadastro de compra, este pode ser identificado como um Lead qualificado ou uma oportunidade. A definição destes gatilhos também faz parte de sua estratégia.

4. Convertendo clientes

Teclado-Cifrao

Após visitantes e Leads, eis a dúvida: como converter Leads em clientes? Nesta etapa, a segmentação e boas estratégias de Inbound Marketing são essenciais para personalizar a mensagem e encantar o consumidor. Você pode segmentar o conteúdo de acordo com as páginas que o mesmo visitou antes de realizar a conversão (Lead Tracking), oferecer outros produtos relacionados ao último visitado, direcionar ofertas personalizadas ao interesse, oferecer conteúdos para ajudá-lo na jornada de compra, realizar nutrição de Leads por meio de automação ou oferecer cupons de desconto. As oportunidades são inúmeras.

Mais uma vez, o foco do processo está em compreender o que a persona busca em cada etapa e quais informações precisa para realizar a decisão. Possuir atendimento online e um 0800, por exemplo, também facilitam neste processo.

Vale lembrar que, se o consumidor já estiver na etapa de decisão de compra, ele poderá realizar rapidamente a mudança de visitante a cliente. Neste caso, realizar testes AB e pensar na otimização da página são importantes estratégias para acelerar o processo.

5. Pós-venda

Depois que o Lead se torna cliente, você deve focar na fidelização e encantamento para que ele se lembre de sua loja em uma próxima compra. Oferecer, através do Email Marketing, ofertas de produtos relacionados e frete grátis ou desconto no próximo pedido são ótimas opções.

Além disso, não podemos esquecer dos conteúdos e informações relevantes para continuar a se relacionar com o consumidor. Enviar manuais sobre o produto ou até mesmo dicas de conservação são ótimas estratégias para engajá-lo à sua marca, promover a lembrança e se tornar referência.

Conclusão

Assim, após todos estes passos, é importante considerarmos que o processo não segue necessariamente o tempo cronológico (Cronos), por isso focamos no Kairós – o tempo oportuno – para adaptar a metodologia.

Com objetivos amplos de aumentar a taxa de conversão e reduzir o custo de aquisição de clientes, a estratégia tornar-se-á completa e o tempo, no decorrer do trabalho, será o seu aliado.

Um conselho, apenas: conheça o consumidor, entenda o contexto e terá desenhado 50% da jornada ao sucesso. Já é hora de conhecer o momento ideal.

Este guest post foi escrito por Francine Bagatini, Coordenadora de Marketing da AstrusWeb.

Tudo sobre email marketing: como fazer e seus resultados

Neste artigo tudo sobre email marketing escrito por Felipe Mandeli da equipe do Lead Lovers Máquina Vendas você aprenderá sobre e-mail marketing, como fazer e seus resultados.

Tudo sobre email marketing

Tudo sobre email marketing tem os seguintes tópicos:

Saiba como fazer um e-mail marketing
Estude e segmente o seu público
Definas metas e objetivos
Estabeleça uma sequência de envios
Produza conteúdos relevantes
Conquiste o público pelos títulos
Mensure todas as ações
Descubra quais são as melhores práticas de e-mail marketing
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