A importância da educação financeira nas escolas

Há muitas coisas que as crianças precisam aprender, a educação financeira é uma delas, que  precisa ganhar espaço nas escolas.

 

De fato, hoje já se fala até no conceito de analfabetismo financeiro, que nada mais é do que o caso das pessoas que não dominam os elementos básicos de uma boa administração das próprias finanças.

 

Basta imaginar a gravidade do termo “analfabetismo” em seu sentido literal, que é o da falta de domínio das letras e números em seu nível mais básico, para entender o conceito de analfabetismo financeiro, algo realmente preocupante.

 

A escola pode fazer controle de ponto para professores e manter qualquer outro tipo de controle de qualidade, mas quem define a grade curricular é a direção da escola.

 

A importância da educação financeira nas escolas

 

Portanto, enquanto a diretoria de uma escola particular não decidir incluir a educação financeira na lista de matérias obrigatórias, ela não vai estar lá.

 

Na rede pública dependemos do MEC, o Ministério da Educação, ele quem estabelece, diretamente, as próprias diretrizes curriculares da educação básica.

 

Sobretudo, por meio da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Pouca gente sabe, mas isso já foi feito em uma homologação de 2018.

 

Portanto, cabe às escolas do ensino fundamental implementarem o assunto em disciplinas como Ciências da Natureza e Matemática.

 

O que é educação financeira?

Trata-se de uma disciplina que pode gerar os impactos mais diversos em vários âmbitos da vida do indivíduo e até da economia do país como um todo.

 

A começar pelo fato de que toda criança ou jovem um dia precisará cuidar das próprias finanças, o que exige saber lidar com alguns princípios básicos, como a entrada e a saída de recursos financeiros.

 

Basicamente, o aluno poderá trabalhar com venda de produtos industriais ou com reparo de pc. Nos dois casos, e em qualquer outro, será preciso gastar menos do que se recebe e prever possíveis crises para conseguir uma vida financeira tranquila.

 

Nos últimos anos, outro conceito que surgiu foi o de dinheirofobia, que remete ao fato de que muitas pessoas acabam sofrendo de ansiedade, angústia ou mesmo depressão pelo fato de não conseguirem ter certeza sobre a própria condição financeira.

 

Ademais, os impactos têm um alcance na economia do país, haja vista que se muitas pessoas se endividam, isso reflete na rotina das empresas e dos bancos, gerando problemas que acabam criando um círculo vicioso.

 

Importância nas escolas

Até aqui já ficou clara qual é a importância da educação financeira nas escolas, mas podemos ser ainda mais claros e efetivos ao falar desse tópico.

 

O fato é que por meio dela nós podemos falar na liberdade financeira da pessoa, ou seja, quando a escola usa um carimbo personalizado professor para implementar a disciplina no currículo, ela está pensando também no médio e longo prazo.

 

Assim, as virtudes conquistadas nessa área permitem uma lucidez maior na hora de gastar e de se planejar, com isso estimulando o poder de compra das pessoas e uma melhor economia para o país.

 

Como exatamente implementar?

Certamente muitos professores vão precisar se acostumar com as novas diretrizes da BNCC, lembrando que se ela incluiu a educação financeira desde 2018, todas as escolas precisam se adaptar, mesmo as de rede particular.

 

Há vários modos práticos de fazer isso, seja por meio de materiais mais simples feitos à mão, ou por meio de computadores e de outsourcing de impressão.

 

Basicamente, é possível recorrer aos seguintes recursos:

  • Jogos financeiros;
  • Simulação de renda familiar;
  • Distribuição de doces;
  • Cofrinhos pessoais personalizados;
  • Contação de histórias;
  • Apresentação de multimídia;
  • Atividades práticas gerais.

 

Quanto mais lúdica e intuitiva for a atividade, melhor será a absorção, até porque, alguns dos princípios financeiros são universais, valendo tanto para pessoas físicas quanto jurídicas.

 

Por exemplo, o fato de que todo controle financeiro se divide em duas colunas, sendo uma a de entrada de recursos, como salários, bônus e heranças, e outra a de saída, como aluguel, água, luz e supermercado.

 

Considerações finais

Portanto, cresce cada vez mais a importância de se passar educação financeira nas escolas, de modo a apresentar o tema aos alunos e leitores em geral.

 

Acima, apresentamos conceitos, questões legais e até dicas práticas de como fazer isso, mostrando os impactos gerais na vida de curto e longo prazo dos alunos.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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