Cocriação no Marketing Digital: Gera mesmo melhores resultados?

Já deixou de ser novidade o quanto a internet se tornou importante nos dias de hoje, sobretudo para o crescimento de uma marca ou empresa. O que muitos ainda não sabem é o papel da cocriação e do próprio conteúdo nisso tudo.

 

Efetivamente, o marketing de conteúdo tem sido o divisor de águas nesse oceano que a web se tornou, em que milhares ou mesmo milhões de marcas se debatem pela atenção de um segundo do dedo do leitor, que corre as páginas pelo celular.

 

Cocriação no Marketing Digital: Gera mesmo melhores resultados?

 

Claro, ainda há quem navegue pelo computador, só o que estamos mostrando aqui é como algumas tendências têm se cristalizado, e justamente por isso precisam ser melhor compreendidas pelos empresários e por seus gestores.

 

Para ilustrar tudo isso, basta abrir um grande motor de busca e pesquisar por algo como confecção de roupas femininas, para verificar que centenas de resultados aparecem em poucos segundos, vários indicando a fábrica mais próxima.

 

Justamente nesses casos, se você pesquisar pelo smartphone, é possível acionar a função de mapa e utilizar o buscador como um GPS, que então leva você até a porta do estabelecimento mais perto que oferece aquela solução desejada.

 

Isso tudo sem falar nas redes sociais, que também têm se tornado um universo de marcas, empresas, influenciadores e demais pessoas procurando uma oportunidade comercial. Sendo que algumas focam em textos, outras em imagens, outras em vídeo.

 

Seja qual for o caso, o grande segredo não está em apenas seguir as tendências daquela plataforma, o que obviamente é indispensável. Mas está em saber fazer o inovador e trazer algum diferencial que faça você se destacar na multidão.

 

Com isso, voltamos ao grande diferencial do marketing de conteúdo, como quando uma empresa de arquitetura decide ir além da simples presença digital. Até porque já se foi o tempo em que bastava ter um website no ar.

 

Tanto que antes alguns utilizavam o site institucional da empresa como se fosse um cartão de visitas ou um panfleto digitalizado. Já com o marketing de conteúdo é preciso ir muito além, inclusive quando a marca decide dar outro passo e fazer a cocriação.

 

Agora sim ficou claro que se trata de um contexto bem mais abrangente. Por isso decidimos escrever este texto, explicando em detalhes o que é a cocriação, para que fique realmente compreensível se ela pode trazer melhores resultados, e como isso se dá.

 

Além disso, é preciso não ficar apenas na teoria ou nas abstrações, como fazem alguns. Pelo contrário, daremos exemplos bem concretos de empresas reais, mostrando como realizar uma campanha de cocriação do absoluto zero.

 

Inclusive, um aspecto bacana de tudo isso é justamente o fato de que hoje esse recurso já evoluiu tanto que pode ajudar qualquer modelo de negócio, seja uma loja de roupas que vende no varejo ou uma fábrica de brindes personalizados.

 

Desta maneira, quem tem interesse em realmente compreender de uma vez por todas como a cocriação pode gerar os melhores resultados no seu marketing digital, aumentando as vendas e a autoridade da marca, basta que siga adiante até o fim da leitura.

 

Marketing de conteúdo: do que se trata?

Ao contrário do que alguns pensam, o marketing de conteúdo não é exatamente uma invenção da internet ou da esfera digital como um todo, pois ele já existia desde a primeira metade do século XX, o que ajuda a entendê-lo melhor.

 

O primeiro segmento que trabalhou essa estratégia foi o de pneus e viagens. O foco era muito simples e consistia em criar conteúdos, guias e manuais de viagem para as pessoas utilizarem mais rapidamente os pneus, vindo a comprar mais.

 

Ou seja, o foco do marketing de conteúdo não é ficar escrevendo textos sem um horizonte comercial, mas justamente potencializar as vendas e junto engajar o público.

 

Isso já basta para refutar a ideia de que o marketing de conteúdo é perda de tempo ou que ele não serve para vender. É claro que ele contribui de modo mais direto para o fortalecimento da marca, mas é justamente isso que impacta nas vendas.

 

Isso fica muito claro no caso das empresas que usam a estratégia do funil de vendas, que, aliás, é indispensável. Afinal, alguém da área de camisarias masculinas não precisa ficar esperando que os clientes decidam ir até a loja fazer suas compras.

 

O que ela pode e deve fazer é antecipar-se e desenvolver estratégias por nível, para que o cliente seja impactado desde antes de decidir comprar. Para isso, os estágios clássicos do funil são os seguintes:

  • Geração de conteúdos;
  • Publicação e disseminação;
  • Captação de leads;
  • Nutrição desses contatos;
  • Prospecção e negociação;
  • Fases de fechamento;
  • Fidelização do cliente.

 

Dizendo assim, é fácil de entender como o marketing de conteúdo está na essência do funil, já que ele é o início de tudo isso e o grande gancho de oportunidades.

 

Inclusive, o conteúdo é visto mesmo como uma isca, que fisga o lead e aos poucos vai mostrando para ele a pertinência daquela solução oferecida.

 

Não se trata de ludibriar ninguém, mas justamente de abrir os olhos para certas demandas. Como no caso dos brindes promocionais, pode ser que determinada loja não tenha cogitado essa solução, mas mostrar suas vantagens é um bem que você faz a ela.

 

Portanto, hoje as grandes marcas já não ficam paradas esperando o cliente vir, elas vão atrás dele e criam esse desejo de compra. Como as novas gerações estão sedentas por experiências memoráveis e relação mais estreita com as marcas, isso funciona muito bem.

 

Essa compreensão é fundamental para que a cocriação funcione, pois ninguém vai querer dividir uma campanha com você caso sua marca ignore esses princípios.

 

Dica de ouro da cocriação

Mesmo depois de dominar a lógica do marketing de conteúdo, alguns ainda podem permanecer receosos sobre a natureza da cocriação.

 

Como ela se trata de criar conteúdos em parceria com outras marcas, sempre surge a dúvida sobre a vantagem que as partes podem levar nisso tudo.

 

De fato, se existe uma concorrência direta e exaustiva entre duas empresas, é bem difícil imaginar que fizesse sentido aplicar a cocriação.

 

Por outro lado, se uma empresa lida com reforma de lojas comerciais, ao passo que outra apenas vende os materiais de construção para isso, sem jamais chegar a aplicá-los, fica claro que ambas podem ganhar muito na parceria.

 

Isso é o que nós chamamos de segmento ou nicho transversal, que é algo que não chega a concorrer diretamente, mas ainda assim guarda uma relação interessante entre empresas.

 

Mesmo porque também não bastaria encontrar uma empresa que fosse totalmente diferente. Por isso, o fundamental é conhecer bem o seu mercado e planejar a campanha antes.

 

Maiores exemplos de casos práticos

Além de ser estratégico na definição dos parceiros, é fundamental definir os tipos de conteúdos que serão criados, especialmente se uma das duas ou ambas as marcas nunca tiverem praticado o marketing de conteúdo.

 

Caso já tenham feito, basta seguir as mesmas modalidades, agora com o diferencial da colaboração. Mas se quiserem desbravar as infinitas possibilidades, estudem qual é a mais assertiva para o público.

 

Por exemplo, alguém da área de fachada de loja feminina certamente precisa de um formato que permita explorar bem o elemento audiovisual, que permite mostrar cases de sucesso de fazer o cliente visualizar bem o resultado final da solução prometida.

 

Já outros segmentos podem se beneficiar muito mais da escrita, como é o caso de escolas de tradução ou mesmo de cursos de letras e literatura.

 

Deste modo, os principais exemplos ou formatos consistem em artigos de blog, postagens nas redes sociais, e-books, infográficos, slides, vídeos, lives, podcasts e afins.

 

Prospectando parceiros possíveis

Naturalmente, com a internet e as redes sociais, não fica difícil sair prospectando possíveis parceiros para suas campanhas de marketing de cocriação de conteúdo.

 

Ainda assim, é possível e até necessário dar algumas dicas sobre como exatamente fazer isso. A primeira delas é buscar marcas e pessoas que já tenham alguma autoridade no mercado, o que exige um esforço maior de sua parte.

 

Se você atua na área de balcão de venda, não adianta disparar dezenas de mensagens idênticas para todos. Pelo contrário, mostre que você entende e respeita o trabalho do possível parceiro, com uma comunicação personalizada para ele.

 

Outra opção é buscar não apenas os grandes, mas também os que tenham realmente sinergia com você, assim ninguém se decepciona no decorrer do processo.

 

Mais uma dica possível é, antes de colocarem a mão na massa, testarem ao vivo e a cores para verem se a compatibilidade surgiu mesmo.

 

Um modo de fazer isso é transmitir algumas lives e ver como os dois representantes se saem nessa situação. Inclusive, depois disso ambos já terão subsídio para servir de pauta de conteúdo.

 

Lembrando que hoje algumas das maiores plataformas de mídia social já estimulam a cocriação, pois permitem que duas contas diferentes compartilhem a mesma publicação, aparecendo no feed de ambos ao mesmo tempo.

 

Conclusão

Com isso chegamos ao fim, mostrando que a cocriação pode realmente gerar melhores resultados no seu marketing digital, por potencializar sua presença na web.

 

Mas para que isso ocorra de modo sólido, seguro e sustentável, é preciso seguir as boas práticas também detalhadas acima, rumo ao sucesso.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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